Um grupo tímido, mas barulhento de educadores ligados à cooperativas de educação tentou chamar a atenção na Praça da República nesse dia frio e quente, arejado e chuvoso. Entre suas principais reivindicações estava gravado em faixas brancas o apelo por mais respeito. Acompanhada de apitos que ecoavam som entre as árvores e se perdia no barulho motorizado dos carros, uma música tentava através da letra, fazer uma abordadem de conscientização social e olhar mais profundo para a educação.
Uma pena que aquele pequeno grupo não era suficiente para chamar a atenção da mídia ou de alguém que pudesse atender seus apelos. Os apelos de quem batalha por inclusão em um mercado de trabalho cada vez mais exigente e restrito e que encontrou uma forma de trabalhar, mas que se vê limitado pela burocracia e dificuldades impostas pelas lideranças governamentais. Um apelo de quem vê na educação uma forma de escape da miséria.
Uma pena que aquele pequeno grupo não era suficiente para chamar a atenção da mídia ou de alguém que pudesse atender seus apelos. Os apelos de quem batalha por inclusão em um mercado de trabalho cada vez mais exigente e restrito e que encontrou uma forma de trabalhar, mas que se vê limitado pela burocracia e dificuldades impostas pelas lideranças governamentais. Um apelo de quem vê na educação uma forma de escape da miséria.
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